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sexta-feira, 24 de junho de 2011

A Evolução das Escolas

A História das Escolas
Alunos indo para a escola
Há muitos anos, no tempo de nossos pais e avós, as escolas eram muito rigorosas. As crianças sofriam grandes pressões quando apresentavam alguma dificuldade, quando não conseguiam aprender.
Era comum sofrerem castigos por mau comportamento, responder a professora, não fazer as lições de casa, brigar com os amigos, sujar as roupas e várias outras coisas.
Os professores eram muito rígidos, bravos e faziam uso de um instrumento chamado de palmatória, para bater na palma das mãos dos maus alunos; que ficavam machucadas, cheias de bolhas de sangue. Outra forma de castigar os alunos era colocando-os de joelho em cima de feijões ou milhos, o que fazia doer muito. Os puxões de orelha também eram comuns na época.

Móveis antigos e a palmatória – alunos sob pressão
Outro aspecto interessante nas escolas mais antigas é quanto ao nome das mesmas. Estas sempre apresentavam o nome de alguma pessoa importante, como político, juiz de direito, escritores, pessoas que haviam feito algum benefício para o município, Estado ou mesmo para o Brasil.
Hoje em dia as escolas se tornaram lugares agradáveis, onde professores e alunos criam laços de afetividade, se tornando amigos e sabendo se respeitar. A relação entre todas as pessoas que trabalham na escola é importante para que se tenha um aprendizado de sucesso.
As escolas de hoje apresentam outras diferenças das escolas de antigamente. Os prédios apresentam uma estrutura bem planejada; os uniformes deixaram de ser de tecido e passaram a ser de malha, pois são mais confortáveis; as aulas são mais animadas e envolvem melhor os alunos; os professores conversam muito com as crianças e são muito atenciosos; os castigos físicos não existem mais; os alunos têm liberdade de expressão e etc.
Como vemos, as escolas sofreram grandes alterações com o tempo, hoje estão muito melhores. Mas ainda vemos as pessoas mais velhas dizendo que o ensino de antigamente era melhor.

By: Hérico Júnior

Um comentário:

  1. Será que devemos adotar a palmatória novamente na sala de aula?

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